domingo, 10 de abril de 2011

Ninguém segura esse bebê – parte 2


Mas, meu estímulo mesmo para começar a andar foi a dança, gente! Logo comecei a levantar sem apoio e tentar me equilibrar sozinha para dançar. "Marcha soldado", "Mariana" e, claro, o clássico "Pintinho amarelinho", cuja coreografia aprendi sozinha a fazer com a mão, foram os hits do "Galinha pintadinha", que me estimularam. Eu soltava, mexia as perninhas e os bracinhos e me jogava no colchão. Muito bom !



Uns dias após completar 1 ano e 1 mês decidi que era hora de crescer um pouco mais. Dei meus primeiros passinhos..na direção do papai e da mamãe, conforme me chamavam. De 1, 2 feijão com arroz, passaram a 3, 10, 20, 30 e perdemos as contas!



Agora ninguém me segura! Ficam de olho em mim o dia todo porque ainda caio bastante e também porque adoro principalmente os degraus, subo, desço o dia todo..mas, sabia que sou bem delicada e cuidadosa? Sou sim! Também ouço "cuidado" e "atenção" o dia todo! Já aprendi! Eheh. Agora, se deixarem, adoro andar mesmo é andar descalça e na grama. Buscar flores, então, é o que mais amo! Sabia que tô gostando desse negócio de crescer?


Ninguém segura esse bebê - parte 1


Gente, to andando sozinha! Sim! Faz umas semanas que tomei coragem e me aventurei nos primeiros passinhos totalmente independente! Mas, percorri um longo caminho até chegar nessa grande conquista. Cada etapa do meu desenvolvimento foi curtida e muito estimulada por todos!


Tudo começou lá nos meus 2 meses e pouco, com a mamãe me colocando todo dia de bruços, mesmo sem eu gostar muito da posição. Com isso, fui fortalecendo meu pescocinho, que logo erguia e girava de um lado para o outro. Depois, aprendi a rolar. Disso eu gostava, hein!? De lá pra cá, o dia inteiro!


Com uns 5 meses comecei a sentar. Primeiro com umas almofadas para me apoiar e depois firminha, sozinha. Com uns 6 meses eu sentava bem legal e isso ajudava muito na hora de comer as papinhas e tudo mais. Nessa mesma época comecei a engatinhar. Na verdade, me arrastar de barringuinha no chão para alcançar tudo que queria. Nesse arrasta-arrasta fiquei uns meses, viu?



Eu ameaçava levantar a barriguinha e sentava, mas só engatinhei do modo "convencional" com uns 9 meses. Disso gostei também, hein?! Ia para todo lado que queria, numa velocidade enorme. Até comecei a apostar corrida, acreditam? Sério. É só falar para mim "vamos apostar corrida?" que eu abro a boca, com a língua de fora naquela animação e engatinho correndo para ganhar! Eheh!


Lá pelos 9 meses comecei a me levantar e ficar em pé segurando nos móveis. Daí ganhei meu andador! Muita curtição! Com ele sim eu voava e "ia para galera" com os dois bracinhos para cima, chacoalhando! Aproveitei por uns meses. Bons tempos... Mas, a gente precisa evoluir, né?



Devagarzinho fui ficando em pé e soltando uma mão, depois a outra por uns segundos e "puft" no chão. Resisti um pouco para pegar na mão dos adultos e andar segurando. Eu queria ir sozinha, sabe? Até aprendi a subir e descer do sofá... "de perninha", como dizem meus pais, para eu virar de costas e descer com cuidado. Quando eu estava para fazer 1 aninho comecei a aceitar a ajuda tão oferecida e andar segurando na mão deles..mas, só no quintal! Na verdade, meu interesse era dar uma passeada, né?







sexta-feira, 11 de março de 2011

Vídeos para o aniversário!

Para comemorar, meus papais montaram 2 vídeos, um da barriga da mamãe enquanto eu tava lá dentro e um das minhas aventuras nesse primeiro aninho. Eu sou a atriz principal, claro. E comigo aparecem vovôs, vovós, titias e titios mais de casa mesmo. Mais rapidinho (porque é muita gente!!), aparecem montagens de fotos das queridas visitas de amigos que recebemos para me conhecerem durante esse ano. Alguns ficaram de fora porque não temosfotos. Mas, agradecemos muito o carinho de todos!

Para dividirmos essa alegria com vcs, enviamos os links abaixo.

Vídeo da gestação:

http://www.youtube.com/watch?v=QznNTPLsOqE&feature=player_embedded

Vídeo de 1 aninho:

http://www.youtube.com/watch?v=En-ZVtuvApQ

1 aninho!!!!



Gente, como o tempo voa! Acabo de fazer aniversário no dia 19/02.

Quantas aventuras nesse meu primeiro aninho de vida! Como já disse, devagarzinho vou contando tudo para vocês. Agora, vou contar mesmo das minhas comemorações nesta data tão especial!

Decidimos não fazer a tradicional festa de criança nesse ano. Primeiro, porque eu nem ia aproveitar muito. Depois, porque é uma grana e não é o momento. Mas, principalmente porque o que importa mesmo é estar perto de quem a gente ama e isso eu fiz, sim! Minha família de Sampa veio me encher de mimos e a daqui também. Adorei meus presentes, muitas roupinhas fofas, um berço móvel dos padrinhos, uma casinha de pano da tia Pri, uma motoca da Manu e vários outros brinquedos bem legais.

Fizemos um churrasco em casa mesmo, eu, papai, mamãe, os vovôs, as vovós, titias e titios de Marília e de Sampa e a bisa. Só a família de casa mesmo. Arrumaram uma mesinha simples, mas bem bonita com o bolo e os brigadeiros. Comecei minha paixão pelas bexigas que decoraram toda casa, adorei a hora do parabéns, mas não bati palminha nem nada, só fiquei boquiaberta vendo todo mundo cantando em volta de mim. No dia seguinte à festinha aprendi a assoprar a velinha..eheh



Na semana seguinte fizemos o mesmo esquema, mas com uns amigos mais chegados. Daí foi mais barulheira de música e tal. Também adorei! Como a festa ia até bem tarde e eu já to ficando mocinha, dormi minha primeira noite fora de casa, na vovó Silvana. Até que deu tudo certo e papai e mamãe puderam curtir os amigos até mais tarde.


Aí está a lembrancinha do meu níver, feita pelo papai (um calendário de mesa com 1 fotinho minha a cada mês) e uma fotinho de nós 3 no parabéns.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Só risos!!!

Desde que nasci eu tento falar, no caso, me comunicar, né, porque eu ainda não falo de verdade. Nos primeiros meses eu descobri uns "gritinhos" e abusava deles. Também tinha um sonzinho, que eu fazia até nos choros, que era o "Ni". Eu repetia muito "ni", "ni", sei lá o que queria dizer, já não me lembro.

Até hoje eu acordo e fico no berço falando sozinha, com meus bichinhos, passo um tempão, bababa, dadada, gugugu...muito bom! Papai e mamãe adoram ficar me ouvindo lá do quarto deles, dizem que não tem coisa melhor que ficar ouvindo meus sons, minha voz.



A primeira coisa parecida com uma palavra que falei foi "angu" e há quem diga que também saiu um "google" também, mas foi uma vez só, meu inglês ainda não deslanchou. Agora, meu contato com o mundo virtual sim. Desde pequeninha eu entro na net e posso conversar pela web cam com minha família de Sampa, que infelizmente está longe e não pode conviver todo dia. Daí a gente mata um pouco da saudade!

Agora, emoção mesmo foi quando eu comecei a sorrir. Primeiro umas mexidinhas na boca, que ninguém sabia se era sem querer ou de propósito, mas logo não tinham mais dúvidas, eu estava mesmo demonstrando minha alegria! Assim que percebi que é assim que a gente expressa felicidade, não parei mais de sorrir. Adoro! Meu vovô me chama de "risoleta" e Dona Ivone de "risona", de tanta risada que dou. Nesse comecinho eram mais sorrisos, hoje gargalho mesmo! Eheheheh

Um dos primeiros sorrisos que eu dei foi uma surpresa. Papai e mamãe tiraram uma fotos de nós três juntos e só quando foram olhar se tinha ficado boa viram que eu sorri para o foto, acredita? Olha ela aí embaixo (eu tinha 2 meses!). Mamãe e papai também dizem que uma das melhores coisas do mundo é ver meus olhinhos brilhando e eu sorrindo!



Meus primeiros 3 meses!


Tanta coisa aconteceu nesse meu primeiro ano de vida, gente, que nem sei por onde começar. Bom, vou começar do começo, então, contando um pouco dos meus primeiros meses.


Eu não nasci muito grande, como já sabem, mas nesse comecinho de vida cresci muito rápido. Eu engordava bastante mesmo, mais que a média e fui ficando com umas bochechinhas que todos queriam morder. Perdi algumas roupinhas sem nem usar. Mamãe dizia que eu não era mais um bebezinho RN e sim um bebezinho P!


Agora, desde que nasci, grande mesmo são meus pés, acredita? Eu não paro com nenhum sapato. E nem quero! Até hoje, gosto mesmo é de ficar descalça. Na verdade, não curto nada que me aperte ou incomode, como chapéu, toca, babador...quero liberdade!!!


Nesses primeiros meses tudo mudava muito rápido. Eu abria o berreiro, em poucos minutos estava calma ou até dormindo. O tempo é muito relativo e maluco nessa época e de um dia para o outro tudo muda de novo. Por isso, se uma noite foi mal dormida, não se desespere, que na outra posso dormir como um anjo!


Em um dia eu nem prestava atenção nos móbiles, como se nem existissem, no outro eu reparei neles e comecei a observar. Na semana seguinte, já estendia as mãos para alcançá-los e quando menos se esperava já estava batendo neles, depois puxando meio sem jeito e logo pegando certinho.


Esses movimentos com as mãos, aliás, encantavam a todos. Até a mim, quando descobri que tinha mão! Eheh...Que pedacinho maravilhoso do nosso corpo, né? Eu ficava olhando para ela um tempão, mexendo meus dedinhos, abrindo e fechando, tentando esticar. Até hoje eu a observo atenta, mas já estou craque nos movimentos, claro, pego tudo que quiser.


Foi no primeiro Dia das Mães que eu estiquei minha mãozinha pela primeira vez, tentando alcançar algo mais intencionalmente...e adivinhem... foi o rosto da mamãe. Que presentão para ela! Eu tava no colo, pertinho do rosto dela e comecei a direcionar minha mãozinha para alcançá-la. Muita emoção!


De dois para três meses eu já comecei a firmar meu pescocinho. Mamãe me colocava de bruços todos os dias e fazia outros "exercícios" comigo para me fortalecer. Um deles virou clássico e até hoje o papei me puxa pelas mãos para eu sentar e diz "abdominaaaaal". Adoro!


Um tempinho depois descobri que eu tinha pé...que bacana!! Daí queria pegá-los toda hora, dar umas mordidas. Mais que nos meus mordedores, que também adoro! Na verdade, tudo acaba indo para minha boca, né? Se eu pego, logo que sentir o gostinho. Olha eu pegando meu pé, já com uns 5 meses!



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Muita músicaaaaa!!!

Todos já devem saber que meus pais amam música,né? Então... eles costumam colocar canções para eu ouvir e cantam muito para mim o tempo todo. Tem uma que já é um clássico para mim desde recém nascida, do "Pequeno cidadão", "O leitinho" (http://www.youtube.com/watch?v=cbt1KvaMOAE&feature=related). Mamãe também canta Adriana Partimpim e eu gosto principalmente de "Saiba" (http://www.youtube.com/watch?v=K7Tej6g_oHY&ob=av2e) , paro até de mamar quando ela começa a cantar e fico olhando para ela toda encantada. Antes de dormir mamãe cantava "Ursinho Pimpão", do Balão Mágico, um grupo infantil da época dela, que me acalmava, mas já dei uma enjoada. Depois costumam ligar o som com o Rockababy, que é demais! Quando não tem jeito mesmo de eu dormir, a vovó apela para um cd de músicas indianas, new age, meio esquisitas, que são tiro e queda!

Tem também as músicas do "Palavra cantada", e a minha preferida é "Sopa" (http://www.youtube.com/watch?v=BMyhqppXKE0), me divirto muito. Tem as cantigas tradicionais que mamãe e vovó cantam, como "1, 2, 3 indiozinhos", "Borboletinha ta na cozinha", o clássico "Marcelino pão e vinho", um monte!!!

Agora, um barato mesmo são as musiquinhas que eles inventam, com umas rimas infantis ou sem rima mesmo e cantam na hora do banho, das trocas de fraldas ou para me acalmar ou me fazer sorrir, como o hit do papai "Vamos passear, bebê", que já me acalmou em momentos de muita crise; "Alice boneca, boneca sapeca" e "Vamos tomar um bainho, vamos tomar uma ducha", ou até quando eu espirro, "Saúde, saúde, saúde para o bebê".

Além disso, tem os sons esquisitos que fazem com a boca, a língua, estalos, assovios. Também percebi que alguns adultos mudam a voz ao falar comigo. Todo mundo fala meio diferente, mais fino, no diminutivo e até inventando uma nova língua, como a mamãe logo quando eu nasci, que falava um monte de coisas com os finais diferentes, como "tá caloire; vamos passar hipogloise?", coisas estranhas desse tipo. Acho que eles pensam que assim fica mais fácil para eu entender, sei lá. Não sei se entendo tudo, mas no mínimo, me divirto demais.